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    <title>[Doryanne]</title>
    <link>http://doryanne.blogdrive.com/</link>
    <description>[Doryanne]</description>
    <lastBuildDate>Thu, 25 Jan 2007 19:00:03 PST</lastBuildDate>
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    <copyright>Copyright 2007.</copyright>
    <category>Poetry</category>
    <category>Writing</category>
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      <title>Back</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/16.html</link>
      <pubDate>Thu, 25 Jan 2007 18:59:35 GMT</pubDate>
      <description>voltei.
Com poemas meus
Aqui:
http://doryanne.blog.simplesnet.pt/</description>
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      <title>Hiatus</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/15.html</link>
      <pubDate>Mon, 10 Jul 2006 08:50:01 GMT</pubDate>
      <description>Olá a todos!

Venho aqui apenas para não pensarem que deixei o blog ao abandono sem deixar nenhuma justificação. 
O que acontece, e quem lê os meus outros blogs sabe do que falo, é que cada vez tenho menos tempo para eles. Comprei casa e essa agora é a prioridade, tratar disto e de mais aquilo, pinturas, mobílias e etc para além de papeladas. 
Este blog fica assim por aqui, por equanto. Talvez um dia eu volte. Por enquanto só o Fragmentos da Lua, vai continuar, embora também com actualizações somente quando tenha um poquito de tempo.
Até um dia.
Beijos com carinho*</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=15</comments>
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      <title>Diário da tua ausência</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/14.html</link>
      <pubDate>Wed, 31 May 2006 07:48:41 GMT</pubDate>
      <description>Olá a todos!
Queria pedir desculpa pela ausência mas o tempo não tem sido muito. De qualquer modo venho-vos dizer que vou ter uns diazitos de férias e sendo assim vou estar mais uns tempos ausente do blog.

&quot;Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele possível. É mais fácil... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=14</comments>
    </item>
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      <title>O Principezinho</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/13.html</link>
      <pubDate>Tue, 09 May 2006 07:35:11 GMT</pubDate>
      <description>    Olá a todos!
    Continuando na saga de livros para os mais novos, que trazem muitas lições também para os mais graúdos; hoje deixo aqui um trecho do principezinho.
   Quem nunca leu este livro ou quem nunca se emocionou ou ficou a pensar nalguma das suas partes?...


...E foi então que apareceu a raposa: 
- Bom dia, disse a raposa. 
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada. 
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira... 
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita... 
- Sou uma raposa, disse a raposa. 
- Vem brincar comigo,... (more)</description>
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      <title>A Menina Do Mar</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/12.html</link>
      <pubDate>Tue, 02 May 2006 07:38:57 GMT</pubDate>
      <description>Olá a todos. Espero que tenham tido um excelente fim de semana e feriado. Hoje deixo aqui um excerto dum conto para crianças da minha poeta preferida que julgo que muitos adultos também deveriam ler... 
 

[...]

No dia seguinte, logo de manhã. o rapaz foi ao seu jardim e colheu uma rosa encarnada muito perfumada. Foi para a praia e procurou o lugar da véspera.
- Bom dia, bom dia, bom dia - disseram a Menina, o polvo, o caranguejo e o peixe.
- Bom dia - disse o rapaz. E ajoelhou-se na água, frente da Menina do Mar.
- Trago-te aqui uma flor da terra - disse; chama-se uma rosa.
- É linda,... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=12</comments>
    </item>
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      <title>O Guarda da Praia</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/11.html</link>
      <pubDate>Mon, 24 Apr 2006 13:04:55 GMT</pubDate>
      <description>
Depois do jantar, sentou-se comodamente no parapeito da cozinha, de pernas a abanar sobre o terraço, enquanto eu lavava os pratos.
- Cento e vinte e seis - ouvi-o dizer.
- È o teu número da sorte? Perguntei-lhe...
- Que é que tu estavas a contar, diz lá!
- As estrelas  que se vêem daqui quando não há nuvens. São cento e vinte seis.     
Parei a olhá-lo. Um raio fugido do lado mais branco da Lua pousava-lhe sobre o cabelo, dourando-o...
- Este lugar é o melhor do mundo para se verem estrelas 
- Comentou, absolutamente convicto.
 - Eu sei que há um lugar na América, que até apareceu... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=11</comments>
    </item>
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      <title>Refúgio dos Sonhos</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/10.html</link>
      <pubDate>Thu, 20 Apr 2006 08:21:33 GMT</pubDate>
      <description>&quot;Costumava dizer ao seu fiel amigo, (...), que a sua memória era como a barriga do navio onde se conheceram, vasta e sombria, repleta de caixotes, de barris e de sacos onde se acumulavam os acontecimentos de toda a sua existência. 
 Acordada, não era fácil encontrar alguma coisa naquela imensa desordem, mas adormecida, conseguia sempre fazê-lo, tal como Mama Fresia lhe ensinara nas noites doces da sua infância, quando os contornos da realidade eram apenas um traço fino de tinta pálida. 




Entrava no local dos sonhos por um caminho muitas vezes percorrido, e regressava com grandes... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=10</comments>
    </item>
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      <title>Fazes-me falta...</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/9.html</link>
      <pubDate>Mon, 17 Apr 2006 07:54:24 GMT</pubDate>
      <description> 
Trago-te no riso enterrado, nas lágrimas que me lançaste, escadas de incêndio para a sabedoria da felicidade, na pele escaldada pelo brilho da noite, depois do mar.

Vejo o vento, atiçando a alma das árvores, empurrando nuvens, lavando o céu - mas não o sinto. Tu encolhes o pescoço no casaco para te defenderes dele. Se ao menos eu pudesse dominá-lo, por um segundo que fosse, dar-lhe a forma dos meus dedos mortos e acariciar-te lentamente esses fios brancos, desordenados. Persigo-te para que o tempo exista. Porque andas, e olhas o céu, e o encontras às vezes negro, ou cintilando como um... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=9</comments>
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      <title>Vai aonde te leva o Coração</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/8.html</link>
      <pubDate>Wed, 12 Apr 2006 07:40:34 GMT</pubDate>
      <description>
(...) Quando te sentires perdida, confusa, pensa nas árvores, lembra-te da forma como crescem.
Lembra-te que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem…
As raízes e os ramos devem crescer de igual modo.
E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera.
Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=8</comments>
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    <item>
      <title>Chegaste... [Ou nunca partiste?]</title>
      <link>http://doryanne.blogdrive.com/archive/7.html</link>
      <pubDate>Mon, 10 Apr 2006 07:47:43 GMT</pubDate>
      <description>Porque há pessoas que ficam sempre em nós...
Porque tudo aquilo que é nosso, às nossas mãos acaba por vir parar. 
Porque tudo aquilo que é nosso, nunca se vai realmente para sempre...

Chegaste. Eu não te esperava. Contigo trouxeste a ternura, o desejo e, mais tarde, o medo. Chegaste e eu não conhecia essa ternura, esse desejo. Em casa, no meu quarto, neste quarto, revi os teus olhos na memória, a ternura, o desejo. E, depois, aquilo que eu sabia, o medo. E passou tempo. Eu e tu sentimos esse tempo a passar mas, quando nos encontrámos de novo, soubemos que não nos tínhamos separado&quot; 
José... (more)</description>
      <comments>http://doryanne.blogdrive.com/comments?id=7</comments>
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